Mais um fato grave tem vindo à tona sobre a atual gestão de Pacujá. Nas últimas semanas, acumularam-se vários relatos, inclusive em redes sociais, indicando que até os atendimentos de saúde no município são contaminados pelo interesse político-partidário. Consultas especializadas e cirurgias estão sendo direcionadas apenas para quem se mostra aliado dos atuais poderosos, um absurdo digno de repúdio.
Comandada pelo secretário Marcílio Almeida, a Secretaria de Saúde estaria negligenciando os atendimentos de pessoas que não estão alinhadas ao grupo político da atual gestão. Segundo as informações apuradas no município, os encaminhamentos para cirurgias e consultas especializadas para esses cidadãos são colocados em último plano, causando adiamentos que podem trazer muitas consequências à vida dessas pessoas.
Por outro lado, as prioridades ficariam direcionadas a quem se coloca como aliado político. Para suprirem suas necessidades de atendimento, muitos pacujaenses se veem obrigados a declarar a preferência política em favor de Eraldo Aguiar, chefe político do prefeito interino Tonhão. Só dessa forma é que teriam seus direitos respeitados. Caso contrário, a única alternativa é fazer grandes sacrifícios financeiros e ir em busca de atendimento particular.
Não é de hoje que em Pacujá o acesso aos serviços públicos é influenciado pela mesquinhez da política partidária, contrariando as leis que asseguram os mesmos direitos a todos os cidadãos. O que tem chamado a atenção é que, nos últimos tempos, nunca se viu tanto descaramento nesse tipo de comportamento como nos dias atuais, principalmente no que diz respeito à saúde, que é um direito sagrado.
Ultimamente, o secretário Marcílio tem sido o protagonista de muitos vexames em sua pasta, seja pelas compras superfaturadas, pela fala desrespeitosa no Parlamento e, agora, pela revelação das condutas indevidas no atendimento à população. Conforme já está constatado, o secretário quer se apresentar como um grande gestor, mas os fatos apontam o contrário.

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