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Prefeitura e Câmara de Pacujá demitem servidores após ruptura da aliança política


O fim da parceria política entre os grupos "caburés" e "águias" em Pacujá não causou apenas uma “lavagem de roupa suja” em público. A ruptura fragilizou as duas alas que dividiam o poder e gerou consequências para os empregos de muitos pacujaenses. Tanto a Prefeitura como a Câmara, que hoje não estão mais alinhadas, demitiram servidores e demonstraram que estão se movendo apenas por interesses eleitoreiros.


Desde que a parceria “caburáguia” foi desfeita, a gestão do prefeito interino Tonhão, que na prática é comandada pelo secretário de finanças Eraldo Aguiar, promoveu uma série de demissões nos órgãos da Prefeitura. O corte atingiu em cheio os adeptos do prefeito cassado Raimundo Filho, que ocupavam cargos comissionados ou eram contratados.

Ao mesmo tempo, pessoas que posaram para fotos ao lado de representantes da Prefeitura “fazendo o L”, em referência ao pré-candidato da situação, foram contempladas com empregos no Poder Executivo. Essas atitudes descaradas de cunho eleitoreiro, praticadas por autoridades públicas, afrontam às leis e revelam o desespero político dos atuais donos do poder em Pacujá.


O desrespeito à legislação deveria ser denunciado ao Ministério Público pela Câmara Municipal, a quem cabe fiscalizar os atos do Executivo. No entanto, o presidente do Parlamento, João Lúcio, está cometendo um erro semelhante, pois também demitiu servidores por motivações políticas. De acordo com as últimas portarias, somente na semana passada quatro pessoas foram exoneradas de seus cargos na Câmara.

Outra consequência do término da fracassada aliança entre os caburáguias foi o desalinhamento entre a Prefeitura e a Câmara, que agora têm relações estremecidas e uma intensa troca de provocações de parte a parte. É o típico caso do “sujo falando do mal lavado.”

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